Cirurgias Ginecológicas

VÍDEO

Vídeo laparoscopia2Ao invés de fazer um corte horizontal ou vertical (dependendo do caso) no seu abdome, o médico consegue operar os órgãos internos da pelve através de pequenos orifícios na parede abdominal. Na maioria das cirurgias ginecológicas através desta técnica são feitos 3 ou 4 furinhos, sendo um deles dentro da cicatriz umbilical. Esta cirurgia proporciona melhor recuperação, menos dor, melhor estética, maior precisão ao operar estruturas delicadas, menos sangramento, menos complicações. “um corte grande no abdome gera mais dor que vários furinhos” diz a literatura, em outras palavras.
Com o instrumental disponível hoje em dia e o avanço nas técnicas cirúrgicas já é possível operar todos os órgãos abdominais pela videolaparoscopia. Poucas são as limitações. Há alguns anos não se imaginava operar um útero grande por laparoscopia, mas hoje esse conceito mudou graças à tecnologia.
Assim como nos procedimentos video-histeroscópicos, é necessário treinamento de toda a equipe (cirurgiões, instrumentador) e equipamentos específicos de uso permanente e descartáveis.
Por video-laparoscopia, o ginecologista é capaz de operar cistos/tumores nos ovários, trompas, realizar miomectomias (retirada de miomas), histerectomia (retirada do útero), tratamento de endometriose, lise de aderências, ligadura das trompas, correção de prolapsos genitais, correção de incontinência urinária. É possível fazer tudo que se faz numa cirurgia aberta, inclusive dar pontos nos órgãos. E tudo isso com uma visibilidade muito maior que a lente de aumento e fonte de luz proporcionam.

Fonte: Blog Toque Ginecológico


HISTERECTOMIA

Histereotomia

A histerectomia é uma intervenção cirúrgica para a remoção do útero. É um procedimento complexo devido à proximidade do útero com estruturas urológicas nobres (ureteres e bexiga), mas com baixo risco de complicações.
Um dos principais motivos da realização da histerectomia é o sangramento abundante em pacientes no período anterior à menopausa.
Outras indicações para a realização da histerectomia são:

 

  • Miomatose uterina
  • Adenomiose uterina
  • Endometriose
  • Patologia endometrial benigna
  • Sangramento Uterino Anormal

Dependendo da razão para a histerectomia, o cirurgião ginecológico pode escolher entre remover total ou parcialmente o útero.

Os cirurgiões usam diferentes abordagens para a histerectomia, dependendo da experiência do profissional, a razão para a histerectomia, e a saúde geral da mulher. O tipo de técnica cirúrgica da histerectomia determinará o tempo de recuperação e o tipo de cicatriz, se houver, após a operação.

Técnicas cirúrgicas para histerectomia:

  • Histerectomia abdominal – cirurgia aberta
  • Histerectomia transvaginal
  • Histerectomia laparoscópica – por vídeo
    Histerectomia por vídeo

A recuperação após a histerectomia abdominal implica por volta de 3 dias de hospitalização e aproximadamente de seis a oito semanas para a recuperação total. No caso de cirurgia vaginal ou laparoscópica a estadia é de mais ou menos 2 dias e quatro semanas para recuperação completa.

Após 6 a 8 semanas de recuperação pós-cirúrgica a atividade sexual pode ser retomada.

Importante: a sexualidade da mulher e a sua capacidade de ter orgasmos não são afetadas pelo fato de se ter submetido a uma histerectomia. As mulheres que tinham sangramento abundante ou desconforto durante as relações sexuais antes da intervenção cirúrgica podem começar a sentir mais prazer nas relações sexuais.

Fonte: histeroscopiacriciuma.com

SLINGS

SLINGSO procedimento de escolha para a incontinência urinária em mulheres é o que é chamado um procedimento sling. Um sling geralmente consiste de um material de malha sintética na forma de uma fita estreita, mas às vezes um biomaterial (bovinos, suínos) ou tecido dos próprios pacientes, que é colocada sob a uretra através de uma incisão vaginal e duas pequenas incisões abdominais. A idéia é substituir o deficiente músculo do assoalho pélvico e fornecer uma “tabela” ou “rede” de apoio ao abrigo da uretra. De acordo com a publicação peer-reviewed estudos, estes slings são cerca de 85% eficaz. Até o momento, três slings principais foram introduzidos no mercado médico dos EUA, o Sling Tape transobturatório, a Sling Tension-free transvaginal, eo Minisling.

Fontes: Blog: Cirurgia de Sling e www.news-medical.net

 

CIRURGIA OVARIANA

OvarianaUm cisto no ovário é qualquer coleção de líquido, cercado por uma parede muito fina, dentro de um ovário. Qualquer folículo ovariano que seja maior do que cerca de dois centímetros é denominado um cisto no ovário. Um cisto no ovário pode ser tão pequena quanto uma ervilha, ou maior que uma laranja.
A maioria dos cistos de ovário são funcionais em natureza e inofensivos (benignos). Em os EUA, os cistos ovarianos são encontrados em quase todas as mulheres pré-menopausa, e em até 14,8% das mulheres pós-menopáusicas.
Cistos ovarianos afetam as mulheres de todas as idades. Eles ocorrem na maioria das vezes, no entanto, durante a idade fértil da mulher.
Alguns cistos no ovário causam problemas, como sangramento e dor. Cirurgia pode ser necessária para remover os cistos maiores que 5 centímetros de diâmetro.
Quando há suspeita de que o cisto não é funcional, o tratamento é cirúrgico, geralmente com a retirada do cisto ou de todo o ovário. O tipo de cirurgia varia de acordo com a idade da paciente, o tamanho e as características do cisto, e o desejo de uma gravidez futura.
Nos casos em que o cisto é maligno, uma cirurgia mais ampla pode ser necessária.

Fontes: MedCenter.com e News-Medical.net

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