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NOTA DE FALECIMENTO | DR. THYRSO CAMARGO AYRES FILHO

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NOTA DE FALECIMENTO | DR. THYRSO CAMARGO AYRES FILHO

Sorocaba, 27 de Junho de 2020.

É com grande tristeza e pesar que a SOGESP comunica o falecimento do Dr. Thyrso Camargo Ayres Filho, neste sábado, dia 27/06/20,

Dr. Thyrso, médico ginecologista e obstetra, era querido por todos seus colegas e pacientes. Também atuou como Presidente da SOGESP – Regional Sorocaba / Vale do Ribeira em 2014-2015, foi membro da Comissão SOGESP em Defesa e Valorização do Tocoginecologista e atualmente, atuava como membro titular do Conselho Fiscal da SOGESP.

Neste momento de dor e consternação, desejamos paz e conforto para o coração de seus familiares e amigos.

DR. THYRSO CAMARGO AYRES FILHO

Inseminação artificial tem risco?

Os dados do relatório mostram que os indicadores no Brasil têm se mantido estáveis e com padrões de qualidade comparáveis aos dados obtidos em outros países. Esses indicadores são utilizados pela Anvisa e pelas vigilâncias sanitárias de estados e municípios para direcionar ações de inspeção sanitária nos bancos.

Uma das maiores preocupações em relação às clínicas de reprodução assistida é garantir a rastreabilidade de todo o processo, desde a retirada do óvulo até a implantação do embriões no útero da paciente. Esse controle é fundamental para se evitar a troca de embriões.

O risco de transmissão de doenças é pequeno, mas pode ocorrer principalmente se a clínica não fizer uma avaliação correta dos doadores de espermatozoides. Outro risco é a contaminação cruzada que pode ocorrer quando o material biológico de uma paciente entra em contado com outro material, de forma indevida.

O que faço para me proteger?
A primeira providência é verificar se a clínica está no relatório da Anvisa e se ela enviou os dados em 2016. Se a clínica que você procurou não informou dados em 2016 fique atento, isso significa que o serviço pode ter algum problema de organização interna e não conseguiu enviar os dados pelo sistema. O relatório traz dados atualizados até 10 de fevereiro deste ano.

Atenção! Se o nome da clínica que você procura não aparece na lista do relatório, procure a Vigilância Sanitária local para saber se o estabelecimento está em processo de regularização, você pode estar diante de uma clínica clandestina.

Entenda os números da reprodução assistida
O relatório do Sistema Nacional de Produção de Embriões é um documento de referência para a fiscalização das vigilâncias sanitárias, mas que também pode auxiliar as pessoas que vão passar por esse tipo de procedimento.

O principal número utilizado para analisar a qualidade dos serviços é a Taxa de Fertilização que indica o percentual de vezes em que a inseminação do espermatozoide no óvulo deu certo. No Brasil, a média da Taxa de Fertilização em 2016 ficou em 73%. Mesmo assim, o número não deve ser utilizado de forma isolada para comparação entre as clínicas, pois essa taxa também depende do perfil das pacientes e do número de ciclos realizados pelo serviço.

Inseminação artificial no Brasil em 2016
Brasil tem 160 serviços de reprodução assistida cadastrados. Desses, 141 mandaram informações sobre sua produção em 2016.


São Paulo é o estado com maior número de serviços (43), seguido por Minas Gerais (19), Paraná

(14) e Rio de Janeiro (12).
33.790 ciclos para produção de óvulos foram realizados.
67.292 embriões foram transferidos para o útero das pacientes.
55.381 embriões foram descartados.
83 embriões foram doados para pesquisa de células-tronco.
9 é a média de óvulos gerados por cada mulher que se submeteu ao procedimento no Brasil.

fonte: http://portal.anvisa.gov.br


Reprodução assistida e a Idade máxima para Inseminação Artificial

O Conselho Federal de Medicina (CFM) divulgou em 2017 as regras para o uso de técnicas de fertilização in vitro e inseminação artificial, incluindo a ampliação das possibilidades de planejamento familiar, de pacientes com câncer, de casais homossexuais femininos e de cessão temporária de útero – conhecida como “barriga de aluguel“.

As mudanças fazem parte da resolução atualizada sobre reprodução assistida, que deverá ser publicada na sexta-feira no Diário Oficial da União (CFM nº 2.168/2017).

“Barriga de aluguel”
Com a nova resolução, mulheres que não puderem levar a gravidez adiante poderão recorrer a pessoas em grau de parentesco consanguíneo descendente, como sobrinhas ou filhas, para a gestação por substituição – que antes era concedida apenas para mãe, avós, irmãs, tias e primas da paciente. Além disso, pessoas solteiras passam a ter o direito de recorrer à “barriga de aluguel”.

Gestação compartilhada
A nova versão torna mais clara a definição do conceito de gestação compartilhada, utilizada por casais homossexuais femininos quando o embrião obtido a partir da fecundação do óvulo de uma mulher é transferido para o útero de sua parceira. De acordo com o documento, a reprodução assistida nesse caso é possível caso não exista diagnóstico de infertilidade.

Risco de infertilidade
Pessoas sem problemas reprodutivos também poderão recorrer ao congelamento de gametas, embriões e tecidos germinativos, práticas que já eram adotadas em consultórios – principalmente por pacientes que passariam por tratamentos com risco de infertilidade, como a quimioterapia, mas não eram previstas na resolução. Dessa forma, as novas alterações irão beneficiar pacientes com câncer e mulheres que desejam planejar uma gestação futura.

“Isso atende ao novo contexto social. Hoje, mais de 30% das mulheres decidem planejar a gravidez depois dos 30 anos, quando as chances de engravidar começam a se reduzir”, disse José Hiran da Silva Gallo, coordenador da comissão para revisão da resolução.

Prazo de manutenção
O prazo de manutenção de embriões previsto na resolução anterior também foi alterado pela comissão seguindo as normas de descarte previstas pela Lei de Biossegurança. O tempo limite, que antes era de cinco anos, passa a ser de três anos, tanto para casos de abandono como em casos de vontade expressa dos pacientes. “Há um custo envolvido nessa manutenção. Além disso, muitos casais, depois de ter um filho, acabavam abandonando embriões ou gametas nas clínicas”, disse Gallo.

Apesar das mudanças, a idade máxima de doador para reprodução assistida continua sendo de 35 anos para mulheres e 50 anos para homens. A idade máxima para mulheres receberem embriões continua a mesma, 50 anos, mas a nova resolução aponta a possibilidade de exceções, que deverão ser justificadas e comprovadas pelo médico.

(Com Estadão Conteúdo) – fonte: https://veja.abril.com.br/saude



O que é coronavírus? (COVID-19)

Coronavírus é uma família de vírus que causam infecções respiratórias. O novo agente do coronavírus foi descoberto em 31/12/19 após casos registrados na China. Provoca a doença chamada de coronavírus (COVID-19).

O que é coronavírus?

Os primeiros coronavírus humanos foram isolados pela primeira vez em 1937. No entanto, foi em 1965 que o vírus foi descrito como coronavírus, em decorrência do perfil na microscopia, parecendo uma coroa.

A maioria das pessoas se infecta com os coronavírus comuns ao longo da vida, sendo as crianças pequenas mais propensas a se infectarem com o tipo mais comum do vírus. Os coronavírus mais comuns que infectam humanos são o alpha coronavírus 229E e NL63 e beta coronavírus OC43, HKU1…

fonte:
https://coronavirus.saude.gov.br/